Tem coisa que não se pode engolir. Lá vem a Campanha da Fraternidade 2010, lançado pela a igreja católica com o tema que aborda a crise econômica financeira, que os fieis fiquem esperto porque não há crise econômica financeira, existe apenas crise financeira programada agosto e ao tempero dos legisladores, governos e instituições financeiras e o paladar saboroso os lideres religiosos degustam atraves dos saldos polpudos nas contas correntes das igrejas de cuja origem são as contribuições dos fieis;
Eu que trabalho todos os dias, e eu trabalho, e quem trabalha precisa comer, precisa ir e vir, a massa que trabalha ganha pouco, paga muito imposto e anda endividada, com vários ferrões impedindo que se mexam:
a) Ferrão da lei;
b) Ferrão da alienação religiosa;
c) Ferrão do sistema financeiro;
d) Ferrão das propagandas de consumismo;
e) Ferrão das parábolas;
f) Ferrão das fraudes legalizadas; e
g) Outros ferrões acima não especificados;
Pôxa os lideres religiosos aqui podemos citar: a) Vaticano com toda sua imponência com influencias interplanetárias; b) Aqui do Brasil o ilustre Edir Macedo; b) RR Soares; c) Silas Malafaia e d) E outros de menores expressões que são muitos, passam o dia inteiro pregando, envolvendo as pessoas de boa fé, contudo, não pagam impostos e por isto não interferem neste sistema de governo e desmandos financeiros;
Se eu tivesse a expressão que um deste sujeitos tem, teria alertado o contingente de pessoas que me assistissem em 2008, para o calote que os americanos aplicaram no sistema financeiro em 2008, onde sugaram recursos financeiros do mundo inteiro, e quando foi agora em 2009 não se sabe de onde tiraram mais de três trilhões de dólares e soltaram mundo a fora em busca de rentabilidade, isto significa que vão continuar sugando financeiramente em toda a superfície da terra, não falo sugando dos quatro quadrantes da terra por que o planeta terra tem a forma oval, o que facilita para eles fazer uma varredura total;
Criaram a campanha da fraternidade com foco na crise econômica, o que será que vão falar para os fieis? Será que vão deixar de pedir contribuições, até imagino o RR Soares, com aquela fala mansa e um boleto nas mãos em rede de TV dizendo: contribua com felicidades que o teu dinheiro ta faltando na minha conta, e hipocritamente ainda utilizam o nome de DEUS. Ó quanta maldade é utilizar o nome de Deus, para pedir contribuições a quem trabalha;
Quem trabalha é assistido diretamente por Deus não precisa mandar dinheiro do seu suor via boleto bancário pra ninguém. Quem duvida é só pegar e comparar a estrutura financeira das instituições que estes sujeitos são representantes com a situação dos fieis esperançosos e sem informações e muitas vezes sem formação adequada, pra poder detectar quão grande e a perversidades destes pregadores;
Tenho certeza que Deus em sua magnitude não vê a cor destes dinheiros, e não necessita de dinheiro e não tem assinaturas em nenhum cartório na terra e nem nos bancos, também não deve pra ninguém, não faz empréstimos;
Quem duvidar disto é só pedir para a promotoria publica ou a Receita Federal ver se é Deus que faz o saque nas contas correntes onde o credito dos boletos são creditados, tenho certeza que não;
Quando as igrejas pagarem imposto terão condições de impedir os desmandos dos legisladores, poderão falar de crise econômica e poderão pedir contribuições.
Silveira
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Comentário
01
PorGiovani (Porto Alegre - RS)23/02/2010 - 08h49m
Uma correção: nem todas as Igrejas cristãs estão envolvidas com a Campanha da Fraternidade. Igrejas citadas no artigo não fazem parte do CONIC que é a entidade que junto com a CNBB lançaram a CF 2010. Antes de generalizar os ataques, informe-se melhor.
http://www.conic.org.br/?system=news
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